domingo, 19 de fevereiro de 2017

Vamos pra Cuba: Vem aí a Brigada Internacional 1º de Maio [2017]

Que ir a Cuba e conhecer a realidade do único país socialista do ocidente com seus próprios olhos? Então o momento é agora. Veja como:
Fotos: Fidel Castro na Sierra Maestra (anos 50) e desfile de 1º de Maio em Havana
Trata-se da Brigada Primeiro de Maio, onde pessoas de vários países vão a Cuba com objetivo de conhecer melhor a realidade do povo cubano.

E mais: os brigadistas participarão do desfile de 1º de maio na Praça da Revolução, em Havana, junto a centena de milhares de cubanos.

Em 2017 a brigada chegará a sua XII edição e homenageará o Comandante da Revolução Cubana, Fidel Castro, falecido no último 25 de novembro, e Ernesto "Che" Guevara, no aniversário de 50 anos da morte do guerrilheiro heroico.

A coordenadora nacional da brigada aqui no Brasil, Telma Araújo, elaborou um esboço para esclarecer as principais dúvidas sobre a brigada, incluindo como fazer sua inscrição.
Brigada reúne pessoas do mundo todo
XII Brigada Primeiro de Maio

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Pedagogia Cuba-2017: a formação de consciências críticas

Encontro dos educadores: o desafio de formação de consciências críticas que se anteponham à mentira
Congresso Internacional de Pedagogia em Havana - Foto: Maria Leite
Por Maria do Carmo Luiz Caldas Leite

O Congresso Internacional Pedagogia 2017 foi realizado no Palácio das Convenções de Havana - Cuba, sob os auspícios do Ministério de Educação de Cuba, da UNESCO e da UNICEF, de 30 de janeiro a 3 de fevereiro, como espaço para fomentar a unidade entre educadores e debater  estratégias educativas necessárias para garantia uma educação de qualidade. 

A presidenta do Comitê Científico do Congresso, Eva Escalona, informou que houve um total de 1.945 mil trabalhos apresentados, de 51 países de todo mundo, com representações de cada continente, principalmente da América Latina e do Caribe. Reconheceram o rigor científico dos trabalhos e dos cursos ministrados todos participantes. Os maiores números de trabalhos apresentados foram de Cuba (814), do México (342) e do Brasil (194). A delegação dos Estados Unidos contou com 37 membros.
Momentos do Congresso - Fotos: Maria Leite
O programa incluiu visitas especializadas a centros educacionais cubanos de diferentes áreas, simpósios e conferências especiais de diversas personalidades. Entre as unidades mais visitadas estiveram o Palácio de Pioneiros Ernesto Che Guevara, a Universidade de Ciências Pedagógicas Enrique José Varona, a Escola Lenin, a Universidade de Havana e a Escola Especial Dora Alonso.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Biografia de Raúl Castro foi o livro mais vendido em Cuba no ano de 2016

Lançamento no Palácio das Convenções do Livro "Raúl Castro, um homem em Revolução".
Foto: Ismael Francisco/ Cubadebate
Do Diário Liberdade

“Raúl Castro, un hombre en Revolución” [Rául Castro, um homem em Revolução], biografia do atual presidente cubano, foi o livro mais vendido no ano passado em Cuba.

Segundo a televisão estatal cubana, a obra, de autoria do escritor russo Nikolai Leonov, ficou em primeiro lugar na lista dos títulos mais procurados nas livrarias organizada pelo Instituto Cubano do Livro.

Apresentado pela primeira vez na metade de 2015, a biografia só foi lançada editorialmente durante a Feira do Livro de 2016 no país caribenho.

A obra narra a trajetória do ex-guerrilheiro desde seu nascimento, em 1931, até os dias atuais, em seus últimos anos como presidente de Cuba – Raúl deixará o cargo em 2018, quando haverá novas eleições.

Leia mais:
50 verdades sobre Raúl Castro
Raúl Castro, o verdadeiro dissidente
Presidente de Cuba recebe lideranças sociais da América Latina
Raúl Castro: o retorno ao capitalismo em Cuba está descartado

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Após 55 anos e 12 governos estadunidenses, o bloqueio contra Cuba se mantém

Outdoor em Cuba: Bloqueio: Nossa liberdade e dignidade jamais serão compradas
Editorial do site cubano Cubavsbloqueo

Em 3 de fevereiro de 1962, o então presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy firmou a Ordem Executiva 3447 que colocou o embargo total de comércio com Cuba. Desta maneira, o governo deste país oficializou o bloqueio contra o Estado e povo cubanos.

A Ordem Executiva 3447 se articulou segundo o que fora colocado na Lei de Assistência Exterior, de setembro de 1961 e a Lei de Comércio com o Inimigo do ano de 1917. Seu objetivo era impedir e obstaculizar toda a atividade econômica e comercial de Cuba, que já havia vencido antes todo o tipo de agressões desde o território estadunidense, incluindo a invasão armada em Playa Girón.

Kennedy, em sua declaração, autorizou o Secretário do Tesouro a promulgar todas as medidas e regulações para tornar efetiva a proibição de importação aos Estados Unidos de qualquer produto de origem cubana. Além disso, ordenou seu Secretário de Comércio que continuasse e ampliasse as medidas para restringir todas as exportações dos Estados Unidos para Cuba, incluindo alimentos e medicamentos.

“Conversando com Cuba”: plenária com sindicalista cubano em São Paulo

Central irá realizar plenária com sindicalista cubano, Ernesto Freire, em São Paulo, no próximo dia 16
Evento ocorre em São Paulo - Foto: Reprodução/CTB
Por Érika Ceconi no site da CTB

“Conversando com Cuba” é o nome da plenária sindical que a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) realizará, na próxima quinta-feira (16) em São Paulo, com a presença do dirigente da Central de Trabalhadores de Cuba (CTC), Ernesto Freire.

O sindicalista cubano estará no país, na semana que vem, para participar de um intercâmbio e irá trocar experiências com o movimento sindical brasileiro sobre a conjuntura política e a ação sindical latino-americana e caribenha diante da ofensiva conservadora na região.

Neste sentido, o secretário de Relações Internacionais da CTB, Divanilton Pereira, destaca o papel da Federação Sindical Mundial (FSM) e do Encontro Sindical Nossa América (Esna) na resistência ao avanço das políticas neoliberais que prejudicam os trabalhadores.

“Fortalecer a FSM e o Esna como instrumentos de luta da classe trabalhadora internacional é fundamental para resistir a esta contraofensiva imperialista”, afirma o dirigente.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

OMS premia brigada médica cubana por combate ao Ebola e trabalho solidário pelo mundo

Médicos cubanos em Sierra Leoa combatendo o Ebola - Foto: Periódico Invasor/Ciego de Ávila
A Organização Mundial da Saúde (OMS) outorgou no último dia 31 de janeiro, por unanimidade na 140ª reunião do seu Conselho Executivo, o Prêmio de Saúde Pública ao contingente médico cubano Henry Reeve, reconhecendo seu trabalho solidário internacional para o enfrentamento de desastres naturais e epidemias graves.

Instituído em 2009, o Prêmio de Saúde Pública, em memória ao Dr. Lee Jong-wook, reconhece o trabalho de pessoas, instituições e organizações com uma contribuição significativa para o setor da saúde pública.

A distinção outorgada à brigada Henri Reeve premia o trabalho solidário realizado em inúmeros países afetados por desastres naturais, bem como aos mais de 250 especialistas cubanos que trabalharam em nações africanas durante a perigosa epidemia do vírus Ebola.

Leia mais:
Saúde e esperança, o presente de Cuba para a África
Médicos cubanos no Haiti: um suspiro de esperança no meio da tragédia
Cuba ou a globalização da solidariedade: o internacionalismo humanitário
Enquanto os EUA mandam soldados contra o ebola na África, Cuba envia médicos

Henry Reeve foi fundada em 19 de setembro de 2005, em Havana, por Fidel Castro, para ajudar as vítimas do furacão Katrina que devastou Nova Orleans em 2005. Porém o presidente dos EUA naquela época, George W. Bush, recusou receber a ajuda humanitária cubana. Apesar da soberba estadunidense, a brigada se manteve ativa e tem se destacado na linha de frente contra epidemias graves e efeitos de desastres naturais pelo mundo. Calcula que aproximadamente 7.254 colaboradores médicos ofereceram sua ajuda em 19 nações, incluindo Haiti e Chile por mais de uma vez. Os profissionais treinados e capacitados para essas missões, atenderam mais de 3,5 milhões de pessoas e salvaram a vida de 80 mil pacientes, segundo estimativas.

"Sim, eu posso": Método cubano pretende zerar o analfabetismo em 11 áreas do MST

Educadores do MST na lutam contra o analfabetismo com apoio de Cuba

A educação é uma arma poderosa que pode mudar o mundo e é a partir desse princípio, que a luta popular se fortalece em contraposição ao modelo de exploração da classe trabalhadora pelo capital.

Neste sentido, mais de 500 Sem Terra, educadores e educadoras do campo, autoridades políticas e amigos do MST, realizaram no último dia 20 de janeiro uma grande aula inaugural do projeto de alfabetização de jovens e adultos “Sim, Eu Posso”, no Assentamento Margarida Alves, em Itabela, no Extremo Sul da Bahia.

O método proposto com o projeto é inspirado no processo de erradicação do analfabetismo realizado em Cuba, pós revolução, e se organiza a partir de teleaulas mediadas por um educador que auxiliará. Acredita-se que em apenas três meses os participantes aprendam a ler e escrever. 

Com método cubano, Sem Terra zeram analfabetismo em seis assentamentos
Programa cubano de educação já alfabetizou 10 milhões de pessoas pelo mundo
Por que a educação em Cuba é uma história de êxitos e o que ela pode ensinar ao mundo

Este  ano, o projeto pretende atender 317 trabalhadores e trabalhadoras Sem  Terra, distribuídos em 30 turmas de 11 assentamentos de Reforma Agrária,  localizados nas brigadas Chê e Elias. Estima-se ainda, que até meados  do mês de abril será realizada a formatura desses trabalhadores.

O analfabetismo é um processo histórico

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

"Todo Guantánamo é Nosso": documentário contra ocupação dos EUA em Cuba é exibido em São Paulo

Documentário do colombiano Hernando Ospina é exibido em São Paulo
Por Sturt Silva

Na última terça-feira (31), aconteceu o lançamento do documentário "Todo Guantánamo é nosso” em São Paulo. O filme, dirigido por Hernando Calvo Ospina, trata sobre Guantánamo a partir das falas dos cubanos que moram perto da fronteira da base militar estadunidense em Cuba.

Assista a versão em português do documentário "Todo Guantánamo é nosso":

-

Após a exibição do filme no Cineclube Vladimir Herzog do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo, foi realizado um debate, que contou com a presença da Cônsul Geral de Cuba em São Paulo, Nélida Hernandez, do Cônsul de imprensa do mesmo consulado, Antonio Mata Salas e da coordenadora do Comitê Carioca de Solidariedade a Cuba, Carmen Diniz.